Por que eu amei o filme Malévola

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As crianças marginalizadas são alvos fáceis para narcotraficantes, assaltantes e demais pessoas corruptas que se apoderam de suas infâncias e as levam para dentro do mundo da ilegalidade, formando assim uma geração que dará continuidade ao seu estilo de vida ilégitimo.
Aos 16 anos, para um país, um cidadão já está apto a escolher quem irá governar sua cidade, Estado e/ou nação, mas não pode ser julgado e condenado pot um crime por ele praticado. A indefinição das verdadeiras responsabilidades e do grau de consciência dos cidadãos entre 16-18 anos, causa uma polêmica de como deve agir a lei para lidar com esses indivíduos.
Entre 16-18 anos a maior parte dos adolescentes já resolveram em grande fração o que ele é, e têm consciência de suas atitudes.
A impunidade desses indivíduos dá abertura para os "chefes da ilegalidade" de cometerem seus crimes através desses adolescentes e garantir-lhes impunidade baseados na própria lei.
É nesse período que eles se "especializam" na criminalidade e cão se tornando os futuros assaltantes, contrabandistas, narcotraficantes etc. se é que alcançarão os 25 anos de idade, pois muitos deles morrem muito jovens. A vida na criminalidade é geralmente muito curta, a morte é um destino certo e ligeiro.
Os menosres infratores devem perceber que eles estão ao alcance da lei. Mas paralelo a isso deve existir um rpojeto que impeça a ingressão desses menores ao mundo de delitose lhes dê a opção de serem homens de bem. Em caso de infração, deve existir a punição e locais adequadamente elaborados para a retirada desse jovem infrator dessa vida criminosa, pois atualmente os lugares de reabilitação do jovem descumpridor das leis não passam de locais para tumutuá-los e retirá-los de circulação.
Punir os infratores em atividade e educar as crianças e adolescentes para não entrarem na criminalidade é a saída para diminuir significadamente os deliquentes e formar cidadãos estudantes e trabalhadores que colaboram positivamente com o melhoramente da sua vida pessoal e consequentemente no desenvolvimento do país que será habitados por seus sucessores.

Tatiana.
Depois de desenvolver pavor de crianças mal-educadas e de vê-las em quantidade assombrosa, eu resolvi dar uma forcinha para aqueles que já as têm ou as que estão programando tê-las. Quando vi essa matéria não tinha como não compartilhá-la. por Celia Lima

A palavra tem um impacto imediato no cotidiano das crianças. É a entonação que damos a ela que faz com que os pequenos percebam nossas intenções. O aprendizado de conceitos e valores se dá também através do que é observado, absorvido e vivenciado. Como os valores que aprendemos na infância são os que carregamos pela vida afora, é importante que os pais ou os responsáveis pela criança sejam influências positivas em seu cotidiano. Os pequenos são super antenados, flagram os adultos dizendo algo e tendo um comportamento incoerente com o discurso. Então, é necessário que palavra e atitude estejam em conformidade com a verdadeira intenção dos pais.

O "não" é o limite, é a palavra-conceito que estrutura a convivência em sociedade, que dá a noção de perigo, de reconhecimento de fronteiras. O "por favor" é quase mágico, abre caminhos e possibilidades de conquista. O "obrigado" ganha simpatia e deixa portas abertas e assim por diante. Mas a palavra sozinha pode perder seu valor quando é exaustivamente repetida e não tem a respectiva atitude que a valide, que a torne coerente.

O "não" gratuito, sem reflexão, num primeiro momento deixa a criança indignada porque ela simplesmente quer. Então a criança insiste, insiste, e muitas mães e pais acabam cedendo porque o "não" adveio muito mais do vício na palavra que proporciona "conforto" para os pais do que por um motivo realmente consistente. A criança logo percebe que basta choramingar para conseguir o que deseja, e assim o "não" perde seu sentido. Mais tarde a criança será taxada de desobediente e os pais não se darão conta de que eles mesmos a ensinaram a não dar importância a um pedido ou a um limite explícito.

De nada adianta ensinar a criança a pedir "por favor" quando solicita algo, se os pais não o fazem, mas "ordenam".A dizer "obrigado", se eles mesmos não reconhecem as gentilezas dos filhos, dizendo que não fizeram nada mais que a obrigação diante de uma atitude solidária dos pequenos. Ou pedir à criança que não grite quando ela observa seus pais gritando um com outro e assim por diante. Esses são exemplos clássicos de questões simples do cotidiano, mas que ilustram como a base do caráter é formada através de observação e repetição de comportamentos.

São inúmeras as oportunidades que os pais têm para mostrar a importância de desenvolver e cultivar valores como respeito, generosidade, gratidão, responsabilidade, solidariedade. E a maioria nem percebe as chances que perdem de ensinar seus filhos. Veja, então, como você pode aproveitar situações corriqueiras para solidificar esses valores:

  • A partir dos três anos, peça permissão para verificar a mochila da escola ou avise que vai fazê-lo. Lembre de explicar o motivo: ver se tem roupas sujas, se há recados na agenda, por exemplo. Quando a criança for um pouco mais velha, passe a perguntar e peça que ela mesma mostre a agenda ou lhe dê as roupas para lavar. Isso fará com que naturalmente ela não mexa no que não é dela sem pedir permissão, lhe dará noções de respeito e limites, e fará com que ela entenda o que é seu e o que é do outro.
  • Uma vez por ano, no dia das crianças e/ou Natal, por exemplo, peça que seu filho identifique os brinquedos que não usa mais e avise-o que enquanto ele faz esse "trabalho" você estará fazendo o mesmo com suas roupas. Deixe que ele vá com você num orfanato ou igreja para fazer a doação. Isso lhe dará um senso de realidade, aprenderá a repartir suas coisas e a não acumular o que não usa. É uma lição de desapego.
  • Convide a criança a guardar os brinquedos e algumas vezes a ajude. Caso ela se recuse, guarde você mesmo num local inacessível e a ensine a olhar no calendário, estabelecendo uma data para que ela volte a poder brincar, três, cinco dias, por exemplo. Ela aprenderá que não se responsabilizar por suas coisas tem consequências que nem sempre são agradáveis. Mas é preciso que você seja firme, pois dessa forma ela também aprende a confiar em sua palavra.
  • Ajudar a criança com suas pequenas tarefas a autoriza a pedir ajuda também. Por exemplo, colocar e retirar os pratos da mesa ou enxugar a louça. Isso desenvolve um senso de solidariedade, ela aprende que as tarefas são realizadas de forma mais rápida e eficiente quando feitas em conjunto.
  • Procure não esquecer de agradecer ou de manifestar sua alegria não apenas por suas solicitações atendidas, como também pelos os gestos de carinho e atenção que crianças que estejam sob sua responsabilidade demonstram nas pequenas atitudes. Elas aprenderão a importância do reconhecimento e da gratidão e também se manifestarão quando as pessoas forem generosas com elas.
  • Conte ou leia histórias, contos de fadas, estimule comentários e impressões a respeito dos personagens e suas ações. Use a historinha para estabelecer paralelos com as situações do cotidiano. Existem livros que têm como meta o desenvolvimento emocional das crianças.
  • Se você puder tenha um animal de estimação. A amizade entre crianças e bichinhos promove um inestimável aprendizado com relação a aceitar as diferenças e desenvolverá nela sentimentos de compaixão, respeito e amor incondicional. Divida com ela os cuidados com o animal, como troca de água, oferta de alimento e banho, por exemplo. Isso lhe dará noções de compromisso com uma vida.

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