Por que eu amei o filme Malévola

Atenção que contém spoilers.
Eu comecei a postar no meu IG os filmes que ando assistindo, mas como os comentários são super breves, eu resolvi escrever aqui as minhas impressões sobre eles de forma mais elaborada.
Malévola se tornou meu queridinho da Disney e as razões eu vou te contar agora!
1. O filme ja deu match no meu coração em uma das primeiras cenas em que a narradora explica que Malévola vive em um reino anarquista, autogerido, vizinho ao reino dos humanos regido por um monarca ganancioso. Em uma tentativa de conquistar o reino de Moors, o rei declara guerra ao reino onde vive Malévola e ordena que a matem por ela não reconhecer sua autoridade. 
A partir desse trecho nos podemos discutir mil coisas! Colonialismo, Imperialismo (antigo e atual), formas de governo, ética, territorialismo e até o atualíssimo nacionalismo que cresce forte na Europa e discute a imigraçao. Ela nao exaure o tema, obvio, mas pode ser um excelente ponto de partida para debater os conceitos.
2. Rediscute a questão do mal e apresenta novas perspectivas sobre os viloes. 
Ao não reconhecer a autoridade do rei embusteiro (opinião pessoal) o povo de Moors é declarado instantaneamente símbolo do mal e há um discurso inflamado para "derrotar o mal". Parece um discurso familiar? Desumanizar, descaracterizar e realizar associações com o mal para legitimar um ataque é uma ferramenta amplamente usado nos discursos de guerra. Polarizar com "bem x mal" é uma arma eficaz pra agregar forças desavisadas e direcioná-la ao inimigo que convier. Isso é usado no dois filmes da Malévola. Primeiro com o Rei (2014), depois com a Rainha Ingrith(2019). A partir dessa cena podemos discutir a polarização, a demonização histórica de povos e religiões e entender a nossa construção social em cima disso e revisitar com mais consciência nosso universo social. 
3. Somos seres complexos e Malévola é a mais pura exemplificaçao dos seres humanos: anjos e demônios.
Malevola, uma fada, ou seja, um elemental da natureza, traz pra tela toda complexidade humana. Com seus poderes sobrenaturais, depois descobrimos que tem a ver com a fenix, ela oscila entre as mais poderosas maldições (causadas pelo sentimento de traição provocada por Stefan, um humano ganancioso que a ilude e a trai por poder e dinheiro) e o mais puro amor verdadeiro, único capaz de quebrar a maldição. O poder da vida (da natureza)ngelical e o poder da ira e da vingança, seu aspecto demoníaco, tudo junto e misturado deixando-a super humana.
4. Os três aspectos do feminino (2019): a mae cuidadora (Malevola), a donzela (Aurora) e a mae devoradora (Ingrith). Só que além de trazer os tres aspectos simbólicos do feminino de forma tao bonita o filme também traz uma desconstrução muito legal, quando coloca a Malévola, apresentada a priori como o mal, trazendo o aspecto da mae protetora. O que nos faz repensar os esteriótipos que nos empurram guela abaixo. 
5. A relação da Malévola com a fênix. 
Quando descobrimos que o poder da Malevola vem da Fênix, nós podemos aprofundar ainda mais nossa compreensão da Malevola, do mal e do seu poder como agente de transformação. Tem uma relacao com os anjos caidos que daria mais um post so falando filosoficamente sobre isso usando historias antigas judaicas e analisando etimologicamente as palavras associadas ao mal. Por hora, gostaria só de salientar o conceito oriental do Tao, da integralidade, permeando toda a narrativa, de que o bem e o mal sao duas partes do Todo. Trabalham juntas a fim de nos levar a um maior patamar de consciência.
Existem alguns clichés que poderiam ter sido evitados? Claro, com certeza. Mas o simbolismo do filme é tao rico que nao passou despercebido no meu coraçãozinho.
Amei a flor da morte que matava as fadas! É a mania humana de desencantar a natureza, tirar-lhe a vida e lhe reduzir ao concretismo material, desprovida de vida e energia. No meio das fadas era um jaedim encantado. Manipulado pelos humanos, armas de destruição.
É um filme muito rico em simbolismos. Nao tenho a pretensão de desvenda-lo inteiro.


Com a licença do "Seu Creyson",

"Povio meu", bem (re) vindo!

Hoje eu vou meter o bedelho bem rapidamente, pelo menos é o que eu pretendo..^^

Bem, depois de um comentário de uma conhecida no  facebook e de tomar conhecimento de uma "lei antibaixaria" que "minha" Câmara votou recentemente eu resolvi vir aqui meter o bedelho no assunto. Que assunto? A MPB (Música Periférica Brasileira).

O comentário dessa conhecida minha, que vamos chamar de A.A., foi referente a uma nova música que anda fazendo algum sucesso aqui no Estado: "Colar de negão, luva na mão, do jeito Michael Jackson. Que estraho hein?" Autor? Magary Lord, uma revelação do carnaval baiano... Bem, essa coleguinha minha, com o perdão da expressão, "meteu o pau" na música e disse que é a maior sandiice, porcaria e demais adjetivos similares.. Que é uma música sem letra, nada com nada.. Essas coisas. Para ser bem honesta, eu já fui do tipo que criticava músicas populares, sem preocupação com a letra e com vasto uso de onomatopéiias e frases de duplo sentido. Na verdade eu ainda torço o nariz para muitas delas, confesso. Mas a questão é que mesmo torcendo o nariz para alguns exemplares da nossa MPB, hoje, eu a entendo de uma maneira mais "carinhosa" digamos assim..

Eu percebi que a MPB em questão é um retrato de uma sociedade, não só a MPB, mas qualquer tipo de música. Ela reflete a realidade e o cotidiano de um grupo social e é mera ilustração dela. Analisando o teor das "letras" você consegue, com algum sucesso, fazer um retrato sócio-cultural de um grupo. O que pode ser muito interessante. Além de uma análise "literária" das músicas populares, eu acho interessante observar os elementos de ritmos e mistura de sons, típicos desses grupos, como outro elemento importante de análise. No caso citado, Magary Lord, apesar da letra não ser nenhuma obra prima, o cara apresenta um ritmo diferente para as pessoas: o black semba, e isso é formidável como riqueza musical, a mim pessoalmente, me agradou muito. Com referências claramente africanas, esse ritmo envolve e mexe com os sentimentos e emoções das pessoas. E até onde eu sei, o que não quer dizer muito, é este o objetivo da arte em geral: tocar o ser humano e lhe despertar emoções.

Vejamos uma análise rápida de como a música é reflexo de um povo:

Os artistas que viveram em época da ditadura tinha a liberdade como um dos seus mais recorrentes temas,  que nos diga Rauzito com  sua sociedade alternativa e seu sutil "sapato 36". Cazuza e sua "Ideologia" e "O tempo não pára" que denunciavam a corrupção de um país e refletia uma geração que estava quase perdendo seu poder de luta política. Gabriel, o pensador e sua denúncia de Brasil com sua "Pátria que me pariu". E por que não Racionais Mc's e seu "Diário de um detento" que mostra a realidade dos condenados,  Michel Teló, com seu "Ai se eu te pego" e o clima de total despreocupação político-social e amplo interesse nos assuntos "pegatícios", e Cidinho e Doca com seu "Rap das armas" e a realidade da favela, assim como fez Noel Rosa, que em suas canções ilustrava a vida boêmia e Bezerra da Silva e a malandragem e a vida na favela da sua época..

A música é como um livro, para que você possa fazer uma interpretação correta do conteúdo, você precisa conhecer um pouco da vida e do contexto histórico do autor, senão fica comprometida a leitura. O problema é que tudo que é do gueto, do povão, é dispensado como se não tivesse valor nenhum, o que não é verdade. Música clássica e um solo de guitarra não dizem nada , mas agradam alguns, por quê? Não mexem, assim como as outras vertentes, com as emoções? E por que não são negligenciadas? Pode ser meu caro leitor,  porque ela foi imposta de cima para baixo, e isso aqui no Brasil tem grande importância. Afinal, "todo mundo quer ser chique e sofisticado".

Muitas pessoas, por exemplo, repudiam funk, acham uma baixaria só, mas adoram as musiquinhas do 50Cent, por exemplo. Por que? Porque é "international baby",  o ritmo é empolgante e tudo que é gringo aqui, ainda, tem grande valor. As letras do 50Cent, na maior parte,  não devem nada aos pagodes baianos e funks cariocas, só para citar exemplos. (Isso sem comentar as doidices de Lady Gaga que fazem um estupendo sucesso ..)

Quero deixar claro que nem toda espécie de MPB eu gosto, nem ninguém é obrigado a gostar de tudo, afinal, cada um se sente tocado por uma coisa. A questão aqui é respeito e mudança de foco no tratamento das MPBs. A individualidade é responsável por fazer você se agradar de umas coisas e de outras não. O que eu quis colocar em questão neste post é que toda expressão musical tem seu valor e deve ser olhada com mais atenção e senso crítico e não apenas ser rotulada como lixo, com simples repressão impensada, fundada na aceitação de verdades impostas pela elite. Conheça a si mesmo, aceite com honestidade o que te toca e seja feliz. Admita do que você gosta e por que gosta sem temer "pertencer aos perdedores" por causa de uma preferência musical ( e de tantas outras coisas..). Muitas vezes permitimos que a sociedade nos "construa" e esquecemos de olhar dentro de nós e descobrir quem realmente somos.

Pensei que seria mais breve.. mas vocês sabem né? Eu falo demais.. ^^

Pronto, falei. Agora é sua vez.



Oiee gente,

É, faz tempo que eu não venho aqui meter o bedelho em alguma coisa né? Pois é... Mas, eu acho que essa postagem vai ter sequência com postagens mais regulares, já que eu ando com uma enorme vontade de meter o bedelho em tudo ultimamente..

Bem, depois de complementar no item do meu perfil "preferências políticas" com algumas observações acerca da minha preferência eu fiquei pensando algumas coisas com meus botões e resolvi vir aki compartilhar com vocês.. (alérgicos a assuntos políticos, não atendam a voz que agora berra na sua cabeça, freneticamente, pra você correr e fechar esta página. Espere mais um pouco, nem que seja pra dizer que tudo que eu vou dizer é uma grande besteira, talvez seja, mas talvez não...vai saber né?! Afinal, eu tô aqui pra meter o bedelho, não pra estar certa.)

Eu não sei o porquê que quando eu estava fazendo a tal complementação me veio à lembrança a teoria de Rousseau , aquela do bom selvagem lembra?. Bem, se você não sabe bem do que se trata o nome já sugere alguma conclusão, mas, em qualquer caso, essa teoria, trocando em miúdos, defende que as pessoas são essencialmente boas,  que são como "tábuas rasas" em que a sociedade deposita seus conceitos de vida, comportamento, crenças, etc, montando o indivíduo, ou seja, você é produto do meio como outros estudiosos já afirmaram antes, contemporaneamente e depois de Rousseau. Você nasce bom, a sociedade que é a peste da história e pode te transformar em alguém mau. Eu, pra ser sincera, já  fui muito adepta dessa teoria e também concordava com o ilustre autor, mas agora eu confesso a vocês que ela já não faz tanto sentido para mim.

Eu acho que o bombardeio e a preferência da mídia em nos bombardear diariamente com péssimas notícias, de assassinatos, roubos, corrupção, agressões gratuitas, intolerância, e milhares de etc, têm me instigado a pensar sobre a natureza humana. O poder corrompe? #fato, existe condição de miséria #fato, péssima educação #fato. Mas, as diferentes pessoas que vivem nas mais diferentes exposições socio-culturais-financeiras reagem cada um ao seu modo às mesmas exposições. Por quê?  Teoricamente, cada grupo está exposto a uma determinada condição "do meio", mas nem todos reagem a ele da mesma maneira #fato. Se o problema está "puramente" (não sei se ele rejeita as influências da personalidade individual ou se acredita numa personalidade coletiva produzida pela sociedade) na exposição a determinadas situações, por quê há essa diferença na lida com as situações semelhantes? Será que nas comunidades indígenas, por exemplo,  não afetadas pela sociedade moderna inexistem comportamentos repulsivos, maldosos, e sociamente (estou falando da nossa sociedade tah?) não aceito? Será que em pequenas sociedades afastadas não existem pessoas que aproveitam o poder em benefício próprio ou não agem de modo desonesto para conseguir o que desejam? - Vixe, pensar nisso me vez pensar a respeito das concepções de cada palavra dessa (desonestidade, maldade, corrupção, só pra citar algumas) nas diversas sociedades e da mania que nós temos em considerar o nosso certo o dos outros errado (aquela velha história de impor a própria cultura..). Tah, mas saindo dessa discussão, que dá muito pano pra manga, o que eu quero dizer é  sobre uma sociedade em que alguns se dão bem e outros se dão mal, não por mérito - partindo da teoria de que todos têm a mesmas chances de ter meios que lhe facilitem o mérito- mas por interesse de uma elite constituida que é aceita pela sociedade para "produzir a verdade".

Nossa gente, como essa conversa implica em outros fatores paralelos que se forem discutidos se escrevem páginas e mais páginas, numa discussão verbal, dias e mais dias. Eu vou interromper a minha por aqui. Vou ficar aqui só pensando e vocês que pensem mais sobre isso daí. Mas que eu ando insatisfeita com o comportamento da maioria de nós (humanos) aaah isso eu estou. Não suporto mais ver más notícias que evidenciam a natureza má do homem.. Quer saber o pior? Eu ainda sou aficcionada por teorias da conspiração e acredito que toda informação que nós recebemos são minunciosamente selecionadas pra que seja atingido um objetivo maior que é a alienação e a manipulação social , o que teoricamente quer dizer que as piores coisas fogem do nosso conhecimento... Nossa, será que as minhas opiniões são minhas opiniões ou foram plantadas sutilmente pela elite dominadora através dos seus meios de dominação e cabrestagem?? Nossa.. agora fiquei preocupada.. rss
Sabe aquela coisa meio 1984, de George  Orwell ? Não acho aquilo tão fictício assim.. rss

Tah achando que a blogueira enlouqueceu né? hahahahaha . Digamos que eu sou pouco convencional. E outra, eu fiz esse blog justamente pra escrever o que eu penso.. Não dou muita importância pra filtros, já que vivo fazendo isso na minha vida "normal"..(tah, nem tanto, mas com certeza mais que aqui. ^^)

Nossa.. eu penso demais, eu falo demais..


Pronto, falei. Agora é sua vez. ^^

MAS....

Ps.:Se o homem é um ser essencialmente social, e a socidade é que "corrompe" o homem, isso que dizer que a gente não tem salvação?

Ps2.: Se todo homem nasce essencialmente bom, e o homem é quem forma a sociedade, por que ele deixa de ser bom depois que se junta com outros homens essencialmente bons e é incapaz de formar uma sociedade boa e justa como eles essencialmente são?

É só uma coisa que me correu agora..


Pronto, falei. (de vez) ^^ (acabei, juro.. rss)





Nossa, depois de tanto tempo "óie" eu de novo..
Eu comecei a ler o livro A Arte da Guerra, escrito a milhares de anos atrás por um mestre chamado Sun Tzu. É um livro muito famoso e é bem provável que vocês já ou tenham ouvido falar dele, ou já tenham lido. Na edição que eu estou lendo, ao fim do livro, existe um espaço para que o leitor possa fazer algumas reflexões e possa anotar os ensinamentos se Sun Tzu aplicados à sua vida (profissional, pessoal, etc). Nós travamos batalhas todos os dias. A toda fase da nossa vida nós precisamos lutar pelo que desejamos. Apesar de tratar de ensinamentos nas artes bélicas, estas lições podem perfeitamente serem interpretadas de maneira extensiva e aplicadas as nossas vidas. Bem, eu não anotei no livro, mas compartilharei, aqui, com vocês as minhas impressões. Espero que os comentaristas que já tenham lido o livro enriqueça essa postagem com seus entendimentos pessoais.

Hoje eu vou tratar do Capítulo 1: Análise e planos.

Na arte da guerra é necessário atentar-se para cinco fatores: O Tão (caminho), o Clima, a Terra, o Líder e os Métodos.

No tempo em que decidir empreender uma "guerra" é preciso, antes, estabelecer alguns critérios para suas jogadas, tais como se pretende obter sucesso com ela e ou apenas um exaurimento inútil de forças. É necessário que você pense sobre a batalha que irá empreender. Para auxiliá-lo siga os seguintes passos:

Primeiro passo: Decida o Tao, o "Caminho". O que você quer? Onde ele termina, ou seja, o que você quer alcançar?

Segundo passo: Com o destino resolvido, inicie um estudo de conhecimento do "caminho". Esta é a satisfação do fator "Terra". É necessário que você conheça os aspectos, as características, as peculiaridades do "caminho". O conhecimento do "Caminho" será o seu grande triunfo. Com esse conhecimento você poderá planejar melhor a caminhada e será capaz de prever possíveis problemas e assim, planejar as possíveis manobras para contorná-los. Isso sem falar que esse conhecimento fará você aproveitar melhor o "Caminho", usando seus pontos favoráveis  e desfavoráveis a seu favor.

Terceiro passo: Esteja atento ao que acontece a sua volta. Atenção às boas e más condições do "Clima". Se favoreça e tire vantagem das boas condições e use os maus momentos para rever os próximos passos, além de observar o que o "Clima" ruim pode ensinar. Esteja pronto para expandir e acelerar seus planos no "Clima" favorável e tenha a sabedoria de desacelerar e estudar as causas dos tempos ruins. Esse entendimento será importante. Sempre.

Quarto passo: "Cultive as virtudes da sabedoria, integridade, disciplina, coragem e humanidade". Essas características sempre estão presentes em um bom "Líder". Lembre-se que ser um "Líder" vai muito além de ter o poder de comando. Um bom líder é aquele que consegue facilmente a colaboração dos seus subordinados. Ele é respeitado, não temido. É a figura mais representativa do grupo, àquele que poderá guiar soldados dispostos a dar sua própria vida pela causa. Ele é seguido, não simplesmente acompanhado.

Quinto passo: Planeje todos os seus passos. É neste passo que você estabelece os métodos de luta. Decide quais armas serão usadas e como serão empenhadas. Está é a definição do seu "Método". Você precisa planejar gastos, a eficiência, e o "suporte logístico". Esse é um aspecto inegligenciável.

Sobre o cumprimento dos cinco fatores alerta Sun Tzu:  "Todos os comandantes que negligenciarem esses cinco fatores estarão fadados ao fracasso, porém, os que dominarem, conquistarão a vitória".

Como diria o velho ditado popular "não grite aos quatro ventos" o que pretende fazer. Nunca se sabe onde está o inimigo. Os mais perigosos inimigos são aqueles não declarados. Saiba obter informações sem dar informações que poderiam, se alguma maneira, serem boicotados pelos seus inimigos. A lição do Sun Tzu é " Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada". Implantar a ideia no inimigo que ele está no controle é sempre uma ilusão que deve ser mantida. Essa ilusão o faz negligenciar o inimigo, e essa negligência é o seu trunfo.

A grande lição deste capítulo é: "É calculando e analisando que o estrategista vence previamente a guerra na simulação do templo. Portanto, fazer muitos cálculos conduz à vitória, e poucos, à derrota".

Pronto, falei. Agora é sua vez.

Gentee,

Como diria Cazuza "Eu vejo o futuro repetir o passado". Hoje eu vou mostrar como Cazuza tem tudo a ver com o filme "As bruxas de Salém", mas antes eu queria confessar uma coisa..

Aii, eu adoro esse blog por que aqui eu posso falar qualquer insanidade. Por que aqui eu posso colocar minhas impressões a respeito do mundo e de tudo que há nele.

Então, eu vim aqui só comentar sobre o filme. Não resisti. Tenho que comentar com vocês.

Se você já assistiu e só viu uma história sobre bruxas eu recomendo ler esta postagem e perceber algumas "coisitas más" (pode usar o "más" nos dois sentidos da palavra) depois de ler isso você vai se sentir assitindo a outro filme.

Primeiro, eu quero dizer como eu fiquei chocada com a história do filme. Não por causa das "bruxarias", mas em como as pessoas são capazes de ser absolutamente más para conseguir o que desejam. Depois eu fiquei pensando em como nossas crenças nos "encabrestam" e até onde uma pessoa pode ir para sustentar uma mentira, uma situação, uma posição ou simplesmente para não voltar atrás numa decisão antecipada e errônea e parecer fraco e o estrago de tudo isso.

O filme antes de falar de bruxas e similares trata de valores, de moralidade e de conveniências; em como nossas decisões são carregadas de parcialidade; em como só conseguimos ver o que queremos e diante desse desejo procuramos inúmeras justificativas para explicá-las, mantê-las e defendê-las como corretas.

Outra coisa interessante é como é atual, contemporâneo e corriqueiro. Em como o poder subjuga e obriga a aceitação. Aqueles condenados a forca, podem ser perfeitamente análogos aos mais vulneráveis no nosso tempo, aqueles que precisam ceder ao sistema para sobreviver, aqueles que são apontados como indesejáveis por que a elite se incomoda em dividir o mesmo espaço e que, às vezes, essa mesma elite procura meios de tirá-los de circulação fazendo falsas acusações e propagando mentiras que são aceitas e promovem uma ação de repulsa a essas pessoas que são indiscriminadamente rotuladas e combatidas. Me lembrou o policial corrupto que planta uma falsa prova por que isso lhe é interessante. Me lembrou as pessoas que espalham mentiras pra prejudicar um colega de trabalho, um vizinho por que isso pode lhe trazer benefícios. Me fez pensar na inveja, na maldade, na deslealdade, todas em nome de um objetivo. Mas também me fez pensar em como existem pessoas que se mantêm íntegras e que não se deixam abater por um sistema opressivo e manipulador. Me fez pensar em pessoas que ainda conservam a integridade, a dignidade, que dão valor a sua honra.

É um filme excelente. Se você já assistiu e só prestou atenção na historinha de bruxa eu recomendo que você o veja novamente e perceba outros aspectos embutidos no longa que traz Winona Rider no papel principal. Tenho certeza que vai ser uma experiência muito interessante.


Pronto, falei. Agora é sua vez.



 
Gente,  
Hoje eu assisti a novela Insensato coração e o caso de André ( Lazáro Ramos) e seu pai (Milton Gonçalves) me chamou a atenção e me deu a idéia de falar do caso de maneira bem descontraída. Na verdade a situação do personagem de Milton Gonçalves e sua relação com o álcool. Eu sei que é um tema sério, mas dá pra ver coisas sérias em coisas engraçadas. Neste caso é uma música de um artista chamado Renato Fecchine muito divertida. Para os nerds de plantão vale conferir e fazer uma análise da bebida como fuga da realidade, como a recusa de enfrentamento de uma vida problemática. Para a galera descontraída, vale umas boas risadas.  
Confiram 
Pronto, falei. Agora é sua vez.




Amores,
Quanto tempo hein? Minha volta tem como razão algo que vai dar um post bem bacana. A grande verdade sobre essa prolongada ausência é que nada que eu lia, ouvia, assistia provocou uma vontade de escrever, compartilhar. Talvez por algo subjetivo, talvez por não ter sido nada de muito interessante.. Mas, como vocês podem observar isso passou. Na sexta –feira eu tive acesso a um vídeo muito legal e ele me animou bastante a voltar. Eu sentir uma enorme vontade de meter o bedelho e vir aqui pedir pra vocês meterem o bedelho também! Quem gosta de uma boa encrenca, histórias conspiratórias e um bom debate sobre religiões não deixem de conferir essa postagem.

Então, na sexta-feira eu assisti a um vídeo no youtube que realmente segurou minha atenção: Zeitgeist [A Farsa do Jesus Histórico], e depois, como boa aspirante a jurista, eu assisti o Zeitgeist – Refutado.

Deixe-me falar inicialmente do primeiro. O zeitgeist, a farsa do Jesus histórico, trata da, segundo eles, criação do mito Jesus Cristo e a real intenção desta criação. Ou seja, defende que Jesus Cristo nunca existiu e que não passa de uma estória fictícia para ter-se o controle social, a manipulação das massas. Afirma que Jesus é mais um mito, mito aliás plagiado das religiões antigas e pagãs, em outras palavras, a estória de Jesus é uma série de compilações de outras estórias pagãs altamente ligadas a natureza e a astrologia. O vídeo faz relações entre outros deuses nascidos de virgens, com seguidores, mortos e ressucitados. Esclarece a origem desses mitos e as relações e heranças da astrologia, base das antigas religiões pagãs, dentro do cristianismo. (só os esclarecimentos sobre sob que circunstâncias nasceu as primeiras religiões já vale o tempo).

No zeitgeist refutado, é claro que, eles tentam desmentir e até desvirtuar as fontes e informações. A primeira parte já é bem desestimulante. Eles não dão muitas informações úteis ou consistentes, mas não façam como uma boa parte das pessoas que desistiu ali mesmo, na primeira parte. Não liguem muito para os comentários e continuem assistindo para tirar suas próprias conclusões. Apesar dos argumentos simplistas um olhar mais atento pode notar muitas informações importantes.

Bem, a conclusão a que eu cheguei é a de que Jesus existiu, mas não existiu como tradicionalmente conhecemos( o que eu já suspeitava até mesmo antes de assisti o documentário). O Jesus Cristo  criado pela Igreja , este sim, é o colocado a prova por zeitgeist, apesar dele colocar a própria existência de Jesus em questão. Mas enfim, eu cheguei a conclusão de que o homem, Jesus Cristo, existiu mas a maior parte do lado divino e até exotérico da estória foi criada, no meu entendimento e partindo da certeza da manipulação dos escritos por toda idade média, desde a criação do cristianismo, de fato baseada nos antigos mitos e crenças pagãs justamente para serem melhor aceitas pelos pagãos que a Igreja deseja converter e com isso controlar. Método esse que foi reutilizado na conversão dos escravos, com as associações dos orixás com os santos católicos o que facilitou sua conversão.

Resumindo, o Jesus criado pela Igreja, este sim foi produzido visando o controle social e a ascensão ao poder. Tenho consciência de que uma opinião final só poderia ser possível caso tivesse acesso aos mais diversos documentos originais ou no dia em que inventassem a tal máquina do tempo. Mas enquanto isso não acontece a gente vai achando as coisas...

Zeitgeist

Zeitgeist - refutado



Qualquer dia desses eu faço uma postagem falando sobre minhas impressões a respeito das religiões..

E você, o que conclui dos vídeos?

Pronto, falei. Agora é sua vez.

 


ALô ALô W Brasil,
Estamos de volta esta semana como nosso ilustre Bad convidado  que faz a maior pose de menino mal, mas que não faz mal a ninguém. Muito pelo contrário... Vocês acompanharão a terceira dica do atualmente mais famoso orientador sócio-amoroso para homens( olha só a falta de modestia... rsrs). Vou deixar de conversa, já (re)apresentei o cara. Não vou prolongar o post. Confiram hoje: (maiores informações na introdução da primeira postagem da série)


As mulheres detestam os tipos bonzinhos (não tirem conclusões precipitadas. Leiam o post..).

" Vou te mostrar as coisas que a sociedade nos ensina e que estão erradas, coisas que são criadas para que não tenham sucesso com as mulheres. Primeira: as mulheres gostam de tipos bonzinhos. Devia ser: as mulheres DETESTAM tipos bonzinhos. Você já se perguntou alguma vez por que a mulher uma mulher bonita acaba sempre por ficar com o tipo que se comporta diante dela como um total imbecil. Por que são atraídas por tipos assim? Excepcionalmente gostam de um tipo bonzinho. Alguma vez já teve a sorte de sair com uma mulher assim? Já reparou que quando a respeitas e és simpático com ela recebe sempre a célere resposta: vamos ser amigos? E esse é o truque. Na generalidade as mulheres detestam os tipos bonzinhos porque são chatos, previsíveis, monótonos, viciados nas rotinas, inseguros, nada divertidos, sérios e sem vida. Por outro lado as mulheres são pessoas emotivas, querem sentir emoções e se tu "comprares" um tipo bonzinho que te dá uma emoção chata como amor, enquanto outro tipo vai dar amor, ódio, dor, prazer, adrenalina, expectativa, excitação, todos esses sentimentos ao mesmo tempo, se você fosse a mulher escolherias um tipo chato, que vai te dar sexo apenas como parte de uma rotina, sempre o mesmo e teres uma relação monótona onde o controlas como um brinquedinho ou escolherias um tipo aventureiro, maluco, totalmente imprevisível e interessante que vai ser um verdadeiro desafio (aii adoroo, mas não precisa ser imbecil tb. Essa parte eu dispenso...)e que vais te dar sexo selvagem, qual deles escolheria? Claro que escolherias o segundo, tal qual a maioria das mulheres desse planeta. Ser previsível mata a atração ( fato.)."

A segunda e terceira coisa errada que a sociedade ensina vocês poderão conferir na próxima quarta-feira. 

Homens aprendam, mulheres dêem o carimbo de verdadeiro ou falso.

Aguardem os "próximos capítulos" da novela Fala Badboy LifeStyle! Um bad sempre falando coisas não tão "bads" assim ;)

 Corroboração cinematográfica: Do que as mulheres gostam?(rsrs)

Pronto falei. Agora é a sua vez.






Saudações terráqueos,

Aqui estou eu mais uma semana com meu " bad convidado" que "dará a voz" por mais algumas postagens. Se você não acompanha o blog eu farei uma breve referência ao que estou a dizer. Eu encontrei um curso de sedução que aparentemente era bem inútil, mas como vocês notarão a palavra aparentemente não está nesta oração por acaso. Se quiser entender melhor, leia a postagem anterior. Se quiser saber o que ele tem a dizer esta semana. Acompanhe as próximas linhas.

Hoje o tema será beleza. Então, vamos deixá-lo falar... Fala Badboy lifeStyle.

"                                                                        O que é beleza?

A resposta à essa pergunta varia de acordo com a cultura. Por exemplo, a alguns anos atrás criaram a noção de que as mulheres com curvas, peitos grandes eram sexys. Este era um modelo para o termo sexy. Fizeram uma lavagem cerebral em toda uma geração e criaram nas suas cabeças um modelo de mulher bonita. Pamela Anderson foi o icone desta geração. Este modelo mudou nos últimos 10 anos e até pouco tempo estavam  promovendo por toda parte modelos magérrimas, esqueléticas com os seios pequenos. Não é de se admirar que tantas garotas ficam anorréxicas tentando seguir este modelo de beleza. Esta é a nova ideia que será implantada, ou melhor, esta sendo implantada  nesta geração de adolescentes. Ou seja, o que é sexy para nós é aquilo que a sociedade nos faz acreditar que é sexy. Por exemplo, em alguns lugares do mundo ser gordo é atraente, e quanto mais gordo for, mais bonito é., isso por que significa que é saudável, que tens dinheiro, que tens algo para comer (em fartura pelo jeito...). Na nossa cultura a sociedade deposita grande valor às mulheres bonitas e ligam a felicidade dos homens às mulheres atraentes, mas também relaciona esta felicidade com aquilo que é preciso comprar para conseguir mulheres bonitas. Como? Repare nos anúncios nas ruas e nas revistas. Vai ver a imagem de um carro caro e ao lado uma mulher atraente, ou outro produto qualquer, muito caro, como um rolex ou um Armani, e ao lado uma mulher atraente. Isso é pura e simplesmente lavagem cerebral. Se queres esta garota, compre isso.  Se ler uma das revistas mais conhecidas a nível mundial, a playboy, vai perceber que tem uma estrutura: uma modelo muito atraente num dos lados da revista e o que tens que comprar para conseguir mulheres como estas do outro lado, tais como tvs de plasmas, carros caros e todas as outras coisas  que precisa comprar para criares uma falsa confiança. Esta é a programação básica que eles fazem; e você tem que trabalhar sempre mais para conseguir todas essas coisas mas  mesmo quando compras um carro caro e todas essas coisas que a sociedade diz que tens que ter, isso não vai garantir que tenha a garota. Eu ( o Badboy LifeStyle) conheço um tipo que tem todas essas coisas e mesmo assim não consegue seduzir uma mulher. Por quê? Porque ainda não tem confiança necessária para abordar uma mulher que não conheça, e ela não o quer abordar porque o seu ego não lhe permite (isso definitivamente não se aplica a todas). No entanto dizem que quando poder comprar todas essas coisas e ter muito dinheiro vais ter muita confiança. De algum modo você se sente o prêmio e sentes que elas precisam de você e isso atrai mais as mulheres do que qualquer outra coisa. É exatamente este tipo de atitude que deves ter, mas eu ( o cara) vou te dar boas notícias, não precisas ter todas essas coisas, dinheiro, carro, para teres esta confiança. Só precisa se comportar como se fosses assim ( não mentir, mas conservar a confiança que teria caso tivesses todas estas coisas - é melhor explicar bem claramente, nunca se sabe..) e as pessoas vão te ver como se fosse um deles. Mas falaremos disso  detalhadamente mais adiante..."



Gostaria de salientar que nada que ele fala é novidade, mas estamos envolvidos tão intimamente a tudo que normalizamos e não sentimos como estamos sendo manipulados o tempo inteiro. O legal dessas postagem é que ela coloca o livre arbítrio em cheque e nos faz pensar sobre esse tema tão interessante. Afinal, quanto do que escolhemos é fruto da nossa livre e espontânea vontade?




Dica de filme para o final de semana: 1984 - george orwell (relacionado com o tema)


Divirtam-se
Pronto, falei. Agora é sua vez.


Olá povo meu!!

Esses dias eu confirmei minhas antigas crenças de que nada é absolutamente inútil. Deixa eu contar para vocês uma história.

Escanranfunchando os arquivos do meu pc um dia desses encontrei um curso de um tal de Badboy LifeStyle [ ele se auto intitula assim] que aparentemente parecia muito idiota, mas que me surpreendeu. A primeira impressão é de um curso de um conquistadorzinho barato que quer ganhar as custas de homens inseguros. Mas dedicando um pouco mais de atenção você percebe a aula de sociedade e comportamento humano que o cara dá [seja proposital ou não]. No decorrer das postagens vocês irão acompanhar o que eu tirei de mais interessante do tal curso. Por alguns meses será uma "série" do blog "exibido" todas as quartas-feiras. Quem curtir pode aparecer para conferir o que o cara vai dizer. Eu recomendo.


 Usem como bem entenderem [pro bem de preferência]. Fiz algumas "adaptações" em algumas palavras para facilitar a compreensão.

Vou deixar de delongas e deixar o cara "falar". Afinal o nome da postagem é "Fala Badboy LifeStyle " e não Fala Thathí, deixa que eu falo em outra postagem. ^^

" A Matriz Social "


Provavelmente você já assistiu o filme "Matrix". Esse filme é muito importante para se entender como nossa sociedade funciona. Se ainda não assistiu [acho pouco provável], sugiro que o alugue e o faça. Para os que viram a muito tempo revejam. Se viram quando crianças reassistam para que dessa vez possa entender o filme de verdade [etc...]. Depois de assisti-lo você poderá entender muito melhor e vai aprender mais facilmente o que estamos [ele está] a ensinar.

Todos sabemos que o sexo vende tudo. A sociedade nos controla de diversas formas, de modo que nos tornemos todos carneirinhos para servir melhor a sociedade [Esse cara provavelmente leu Nietzsche]. O sexo é apenas uma maneira de fazer isso. Uma grande parte do controle é feita através de uma lavagem cerebral, de forma a tornar as pessoas tristes e frustradas. E por que? Por que não se pode controlar as pessoas que estão felizes. Se você está feliz não vai comprar coisas, não vai procurar ajuda, não vai procurar felicidade. Enquanto você pensa nos seus problemas, enquanto pensa que está cheio de problemas na sua vida é garantido que vais trabalhar para ganhar dinheiro e com esse dinheiro possa comprar felicidade. A religião, a educação, a televisão e os anúncios estão sempre tentando mantê-lo frustrado para te venderem cada vez mais coisas. A sua estratégia principal é: criarem um problema para venderem a solução [ meio conspiratório não?]. E esses problemas podem até não existir. Mas não importa.

[...]

É impressionante como eles tornam as mulheres frustradas e infelizes ao transmitirem certas mensagens através de jornais e/ou revistas, como a cosmopolitan, por exemplo, mensagens nas quais transmitem que elas não são bonitas o suficiente e dizem como devem se parecer se quiserem ser desejadas pelos homens. Ver uma revista cosmopolitan e irá confirmar o que se está a dizer. Claro que a maioria das mulheres sentem-se mesmo infelizes por que não conseguem ser assim. Como todos sabemos, na nossa sociedade a beleza é igual a dinheiro: com muito dinheiro podemos fazer cirúrgias plásticas, podemos vestir roupas caras e ser atraentes. Isso significa que se uma mulher quer um 'bom partido' precisa estar bonita e atraente. E para conseguir dinheiro pra isso tem que se 'matar de trabalhar'. As mulheres estão constantemente infelizes por que a moda está sempre mudando e elas são obrigadas a comprar um novo par de sapatos, uma nova bolsa ou roupas novas, por que os que elas têm já não estão mais na moda. Por isso, se querem estar bonitas, têm que adotar esse novo estilo para esta estação, e isso custa bastante dinheiro. Também transmitem uma mensagem subliminar às mulheres: quanto mais bonitas estiverem, melhor é o homem que você merece. É assim que a mídia cria nelas uma falsa confiança: "assim vais ficar tão bonita que todos os homens do mundo irão te desejar". E todas as mulheres querem estar bonitas, não apenas para os homens e para as outras mulheres, mas também para si mesmas, por isso é muito fácil vender-lhes alguma coisa.  [...] 


Aguardem a continuação dos pensamentos do Badboy LifeStyle na próxima semana.

Pronto, falei. Agora é sua vez.


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